
"A Corporação" , O FILME(documentário)ataca questões éticas de grandes empresas. LEMBRE-SE:A PROXIMA VÍTIMA PODE SER VOCÊ!
(com a crise econômica nos EUA o processo de recessão deverá acontecer pelo mundo como numa armação de dominó:cai uma economia poderosa e todas caem também! Esta dependência do sistema atrelado ao capitalismo americano quem controla o mundo,vai gerar maior miséria e conflito social.O mundo especulativo (fortunas)que aplicam em bolsas naquelas Empresas que dão rentabilidade imediata nos países em crescimento,numa turbulência se retiram,despencando tudo.china e Índia atraem capitais,mas se não houver mercado para o consumo de seus muitos produtos ,o mundo despencará como um dominó.O capitalismo é um monstro que se alimenta de si mesmo.Se não há produção desenfreada e consumo desenfreado ele morre.Matéria- prima feitas para gerar produtos até desnecessários a nossa existência:plástico em abundancia(brinquedos0de baixa qualidade se espalham pelo mundo ativando empresas petrolíferas(base dos plásticos:e gasolina(base do combustível poluente para os carros(vejam a índia lançando o carro popular(medíocre e poluente)para impor ao Consumidor a felicidade de se ter um carro próprio num mundo que o planeta não suporta mais a poluição!Investir em carro limpo e transporte de massa,isto deveris ser o importante.mas...as grandes corporações ativam o consumo desnecessario9sem a necessidade de melhoria social e ambiental)para satisfação de poucos ricos )donos de empresas).O restante,fica por conta da propaganda que como uma cartilha ou dogma do consumo,faz a cabeça do crente consumista!Depois...ah,ficam os políticos ,os construtores da mixórdia humana.Atrás fica o povo que vai engolir a fumaça do progresso e suas trágicas conseqüências poluidoras. Grandes poderes econômicos se sustentam por grandes lucros e estes não tem moral e ética.vejam os filmes e tirem suas conclusões.INCLUO O VIDEO SOBRE DENUNCIAS A IBM na relação nazista de negócios para extermínio.(Xane)
A CORPORAÇÃO,O FILME DENÚNCIA.
Por Richard James Havis
NOVA YORK (Hollywood Reporter) - Os ataques às práticas éticas e sociais das grandes empresas que compõem o documentário "A Corporação" não serão novidade para a maioria dos liberais bem informados.
Mas a pesquisa bem feita, a apresentação clara e a correlação precisa com os escândalos recentes envolvendo grandes empresas norte-americanas devem incentivar os espectadores bem menos informados a refletir mais profundamente sobre o papel das grandes firmas no mundo.
Se tivesse sido exibido alguns anos atrás, "A Corporação" provavelmente tivesse passado desapercebido. Mas o destaque ganho por "Fahrenheit 11 de Setembro" e os escândalos envolvendo empresas norte-americanas devem despertar o interesse do público. O fato de Michael Moore aparecer no filme, como entrevistado, é uma atração adicional.
A produção canadense é dirigida por Mark Achbar ("Manufacturing Consent: Noam Chomsky and the Media") e Jennifer Abbot a partir de um livro de Joel Bakan.
O documentário começa com um breve histórico legal das grandes empresas. De acordo com a lei, as firmas têm os mesmos direitos que os indivíduos: podem processar, ser processadas, etc.
Mas o foco do filme está em mostrar que existe uma grande diferença entre o indivíduos e a corporação. Espera-se dos indivíduos que demonstrem responsabilidade ética e social. Já a corporação tem, por lei, apenas uma responsabilidade: garantir a seus acionistas o maior lucro possível.
O longa-metragem afirma que esta é uma abordagem unidimensional que conduz à exploração da força do trabalho, à devastação do meio ambiente, a fraudes contábeis e várias outras coisas do gênero.
WTC E O OURO
Para comprovar seu argumento, os cineastas entrevistam cerca de 40 pessoas, incluindo Noam Chomsky, Milton Friedman, Mark Moody-Smith (ex-presidente da Royal Dutch Shell) e os jornalistas Jane Akre e Steve Wilson, ex-funcionários da Fox News.
Os temas variam desde fábricas de fundo de quintal no Terceiro Mundo até a destruição do meio ambiente, passando pela patenteação do DNA.
Uma parte perturbadora do filme mostra um negociador de commodities, Carlton Brown, dizendo que, ao assistir ao ataque terrorista contra o World Trade Center, os dealers de ouro acharam que a tragédia teria um aspecto positivo, na medida em que faria o preço do ouro subir.
Os cineastas deram a executivos-chefes como Mooy-Smith a oportunidade de apresentar argumentos em favor da responsabilidade empresarial.
O que Moody-Smith quer mostrar é que existem alguns líderes bons nas grandes empresas, capazes de conduzi-las num rumo positivo.
Os diretores respondem que esses poucos bons líderes não serão capazes de impor uma responsabilidade ética a uma máquina construída com o objetivo único de auferir lucros.
Um raio de esperança é lançado por Ray Anderson, executivo-chefe da Interface, a maior fabricantes mundial de tapetes. Anderson se conscientizou da questão ambiental e reestruturou um terço de sua empresa, que vale 1,4 bilhão de dólares, com base em princípios ecologicamente sustentáveis.
"A Corporação" não é um trabalho de ativismo global que defenda a derrubada do capitalismo. Uma seção final do filme analisa como o poder das grandes empresas pode ser reduzido por meios legais e sociais.
Alguns trechos do filme, como um em que Michael Moore, antes do lançamento de "Fahrenheit", comenta por que a Disney lança filmes de um inimigo declarado das grandes empresas, como ele, estão datados, e o filme fala muito pouco da Worldcom ou da Enron.
(estas duas empresas foram postas sob processo e condenadas por mentir sobre seu lucro para o mercado;a ENRON,a maior poluidora dos mares causados por derrame de óleo cru causando um dos maiores desastres ambientais do planeta.)
Mesmo assim, será muito bem-vindo pela parte do público cujas preferências políticas se situam à esquerda do centro.
SINOPSE
Por meio do depoimento de grandes executivos, o documentário faz uma análise do poder nas grandes corporações do mundo contemporâneo.
O premiado documentário (Sundance, Vancouver etc.) "A Corporação" é lançado em edição especial em DVD duplo.
O filme é inspirado no livro "The Corporation - The Pathological Pursuit of Profit and Power" (A Corporação - A Busca Patológica por Lucro e Poder), de Joel Bakan. Interessa a todos, mas particularmente aos que trabalham em negócios e administração, por refletir sobre a expansão mundial das grandes empresas que se tornaram mais poderosas que alguns governos. Portanto seriam essas corporações que dominam o mundo.
Tudo isso é enunciado de forma elucidativa e certamente polêmica. O filme apresenta primeiro uma visão histórica e depois mostra a ação das empresas no mundo atual, com detalhes assustadores. Não perca.
Título original: The Corporation (EUA, 2003)
Diretores: Mark Achbar, Jennifer Abbott
Extras: Novas entrevistas, cenas excluídas, galeria de fotos, trailer e novidades
Idioma: Inglês
Legendas: Português
Duração: 144 min. Cor
Distribuidora: Imagem
OUTRA GRANDE DENÚNCIA É O FILME:
SINOPSE
OBRIGADO POR FUMAR(FILME(2006)
Irônico e sarcástico do começo ao fim, o filme trata, acima de tudo, de retórica e persuasão. O cigarro e o lobista que age a favor da indústria do fumo são bons artifícios para fazer refletir sobre a cultura da manipulação de informação. Apesar de politicamente incorreto, ninguém fuma na tela. Se mais..vejam:FAST FOOD,UMA CADEIA DE CORRUPÇÃO.DEVEMOS ESTAR ALERTAS PARA A MANIPUÇÇAO DAS CORPORAÇOES E SEUS INFERNAIS ACORDOS QUE VISAM A PENAS O PODER DIABOLICO E O LUCRO SEM BARREIRAS.LEMBRE-SE,A PROXIMA VÍTIMA PODE SER VOCE!
YOUTUBE: A CORPORAÇÃO (IBM) (ABAIXO)